
Tudo aqui saiu da bancada: parâmetros que rodam na nossa produção, a explicação de cada campo do EzCad e o que realmente muda o resultado da vetorização. Sem teoria de catálogo.
A ficha que usamos na produção para copo térmico inox branco — potência, velocidade, frequência e hachura de cada uma das três passadas — com a explicação de por que o valor é esse e o truque da bucha entre passadas.
A ficha que usamos para placa de inox escovado — potência baixa, velocidade lenta, espaçamento 0,01 mm e uma passada única — com a tabela de ajuste de velocidade por lente e o motivo de cada escolha.
A caixa de diálogo Hachura tem 24 campos e a maior parte deles você configura uma vez e nunca mais toca. Este guia separa o que muda no dia a dia do que é ajuste de instalação, e explica o sintoma visual de errar cada um.
SVG é formato de web, DXF é formato de CAD. A diferença aparece na hora que o arquivo entra no software da máquina e o tamanho não bate. Como escolher, o que checar depois de importar e por que hachura não viaja dentro do arquivo.
Print de rede social, captura de tela e foto da logo impressa: cada origem tem um defeito característico que o traçador transforma em ruído no vetor. Como identificar e corrigir antes de gastar peça.
Logo e foto não passam pelo mesmo caminho. Um é contorno fechado; o outro é a tentativa de simular tom contínuo com pontos e linhas numa máquina que só sabe marcar ou não marcar. O que muda na prática, no copo de inox.
Dois arquivos, dois papéis: a arte colorida que vai para a impressora e a linha de corte que vai para o plotter. O que dá errado em cada um deles e como evitar.
Não é sobre qual motor é o melhor, é sobre o que entra e para onde vai. Árvore de decisão, tabela comparativa e o raciocínio de custo por trabalho — incluindo por que gastar 3 créditos e acertar de primeira sai mais barato.